quarta-feira, 27 de julho de 2016

Tempo, orgulho e bola pra frente

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Não me amola, a vida é pra ser vivida e amada por mim mesma!


A verdade é que a sinceridade machuca e até destrói um sentimento. Antes ele tinha papas na língua, alguma coisa impedia que ele falasse e fosse sincero com ele mesmo. A vida deu alguns tapas em sua cara, e aí ele fala o que vem à sua cabeça, fala de um jeito que nem percebe que pode debulhar. De um jeito tão rude.

O jeito marrento é cheio de sinceridade e todo mundo sabe que isso dói, dói tanto que as pessoas querem ficar sem acreditar no que ouviram. Mas, a sua sinceridade aquece meu coração, o jeito corajoso de dizer palavras fortes, me faz querer odiá-lo.


Mas, na minha cabeça, nem tenho vontade de fazer julgamentos. Afinal, quem sou eu para dizer alguma coisa sobre isso? Eu só consigo me julgar toda vez que penso em você, e no que me disse várias vezes, me julgo por sempre tentar te evitar, e me julgo por não entender minhas próprias atitudes.

Desses meses para cá, você tem me evitado. Daí as palavras rudes vem por todo o meu pensamento. E, aí, meu querido, eu tenho orgulho. Não gosto de ser machucada, não gosto de ser ofendida e não gosto que um cara me deixe magoada.


Então, não venha me dizer o que devo fazer, se estou errada em minhas atitudes ou se eu vou perder você. Deixe-me fazer as minhas próprias escolhas, essa estrada de terra é apenas minha. Se um dia eu me arrepender, ok. Levarei esse fardo comigo, saberei que eu tentei do jeito que eu achava que era certo. Ninguém pode me impedir de aceitar as minhas próprias escolhas, nem o cara que eu gosto.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Vamos falar de Lukas Graham, que está a um passo de Rihanna na Billboard

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(Foto: Divulgação/Lukas Graham)


Recentemente o Spotify me sugeriu uma lista e eu disposta a ouvir, fui lá e aceitei a proposta. Mas, no início estava ok, estava tocando todas as músicas que adoro e já conhecia, nada de novo, nenhuma novidade para contar até então.

Só que aí, as coisas mudaram. Uma voz maravilhosa começou a cantar e eu tive de parar tudo o que eu estava fazendo! Antes de pesquisar qualquer coisa sobre Graham, eu ouvi a música até o final e me emocionei com a letra de 7 years, umas mil vezes!

3 bandas que não dá para deixar de ouvir
A banda e os caras mais legais do mundo: Foster The People

Precisava e queria muito saber quem era o responsável por me deixar emocionada. Mas, antes escutei umas mil vezes a mesma música e fui descobrindo quem ele é.

Então? Quem é Lukas Graham? Na verdade, é uma banda dinamarquesa, que iniciou sua carreira em 2011 e já ganharam um MTV Europe Music Award para Melhor Artista Dinamarquês. Estão de parabéns, não é mesmo?

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(Foto: Divulgação/Lukas Graham)
A banda é composta, por claro, Lukas Graham- vocalista; Magnus Larsson - baixo elétrico; Kasper Daugaard - teclado; Mark Falgren - bateria e já contou com Anders Kirk – teclado e Morten Ristorp, também no teclado.

E durante essas pesquisas, vi que os caras estão se destacando mesmo e estão quase tirando o topo de Work, de Rihanna e Drake da lista da Billboard, está pouco? Acho que não! A música está em segundo lugar e já desbancou a adorável Love Yourself, de Justin Bieber.

Com o combo voz e fofura, tem um plus aí que são os clipes dos caras. Um melhor que o outro, mandam super bem na fotografia. Se você ainda não conhece, dá uma olhada!



Lukas Graham - Mama Said



Os caras sabem o que estão fazendo não é mesmo? Não vai demorar muito para eles ficarem mais famosos ainda!

E sabe o que vale ver dos caras também? Os vídeos de apresentações! *-*
Aproveitem!

Lukas Graham - Don't You Worry 'Bout Me 




sexta-feira, 1 de abril de 2016

Quero minha última noite em Paris de volta

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É engraçado como as coisas acontecem quando você menos espera. Quando você não espera, realmente parece que as coisas acontecem, elas acontecem para te surpreender e foi quando ele me surpreendeu quando eu menos esperava ou imaginava. 

De fato, Paris é uma cidade romântica e descobri ao me deparar não com a Torre Eiffel, mais sim com a igreja gótica de Notre Dame, quando eu estava procurando por alguma festa nas ruas de Saint Michel. 

Ali me despertou a certeza do que tanto dizem, Paris é a cidade dos apaixonadas e eu não estava. Mas, nunca me contaram na possibilidade de encontrar um breve romance em Paris, afinal vida de solteiro ali não deve ser fácil. 

Ele chegou todo falante, fazendo piada com meu segundo nome, animado por saber que em São Paulo existe open bar e que as festas duram até de manhã. Com um inglês engraçado por conta do sotaque francês, as suas frases se desenrolavam de um jeito caricato. 

Mas, as suas atitudes para me dar um beijo...Era mais lento do que uma tartaruga.
Mas, tudo bem. Só estava achando ok. 

Só que foi aí que me surpreendi, quando começamos a conversar sobre música, chamou a minha atenção e me cativou. Quando começou a dançar, de um outro jeito caricato, eu gostei. Gosto quando garotos se esforçam para dançar, dá aquele charminho. 

Passamos a dançar juntos, era como se só estivesse eu e ele na pista. Imagina, havia várias pessoas ao redor. Uma rodinha para dançar foi envolvida perto de nós. Foi ali que cochichamos no ouvido do outro. Foi ali que ele me deu um beijo no canto da minha boca, foi ali que dei um beijo nele. 

Um beijo todo carinhoso, delicado, sincero e envolvido em uma música agitada. Em um lugar que pouco sabia de onde ficava no mapa da cidade, em um lugar com um estranho que já tinha me conquistado e eu tão pouco tinha percebido.

Uma simples noite em Paris, na cidade mais romântica, me fez acreditar de novo na ideia de um romance. Que um momento desses podem acontecer em um piscar de olhos. A gentileza, as palavras ditas e o beijo leve ficam guardados naquela noite em Paris e o adeus é tão pesado, que foi deixado em alguma esquina de Montmartre.
  

  

quinta-feira, 31 de março de 2016

Opinião: Batman vs Superman - A Origem da Justiça

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(Reprodução/Facebook: Batman vs Superman: A Origem da Justiça)


Não sou especialista sobre cinema, mas assisti Batman vs Superman e tenho algumas coisas para dizer, ainda mais agora com as críticas tão negativas, além da carinha chateada do Ben Affleck ao saber que o filme não foi tão bem recebido pela crítica.

1.      Enredo

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(Reprodução/Facebook: Batman vs Superman: A Origem da Justiça)
Convenhamos, o início do filme joga muitas informações, é tanta informação que você até se perde. Tanta informação, que você tem medo de piscar e perder alguma coisa. Mas, tudo bem! Isso dura alguns minutos para que o diretor Zack Snyder pudesse  ambientar os telespectadores nas duas histórias dos heróis, no qual uma trama se intercala com a outra. Uma exemplifica a origem de Bruce Wayne, e exibe um cenário de destruição devido a batalha de Metropolis, entre Superman e Zod. A narrativa se desenrola após 18 meses dessa guerra que aconteceu em O Homem de Aço.   

O filme é intrigante, deixa algumas pontas soltas, mas o desenrolar todo é intrigante e com pintadas de excentricidades de Lex Luthor, interpretado por Jesse Eisenberg. Em algumas críticas vi que compararam o Lex com o Coringa, e sinceramente? Eu concordo! O que acho até interessante, porque em alguns quadrinhos/desenhos eles se encontram e de vilão para vilão, intrigas é como uma química, não é?

Mais do que isso, o desenrolar do personagem é tão inocente e caricato, mas desvenda o grande truque para as cenas do longa que são fruto de manipulação para criar a discórdia.

2.      Trilha Sonora

Tem Hans Zimmer, que dispensa comentários. A trilha sonora também é assinada por Junkie XL, de Mad Max: Fury Road - (2015) e Deadpool - (2016). Do início ao fim, a trilha sonora é de arrebentar.
Filmes com a temática de heróis sempre precisam inovar na trilha, porque manter o ritmo triunfal, já é batido. Claro, que na trilha de Batman X Superman tem tudo isso e mais um pouco, mas tem uma pegada mais épica de todos os tempos, além de manter um estilo moderno incorporado por Junkie, que é um DJ holandês.



3.      Superman
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(Reprodução/Facebook: Batman vs Superman: A Origem da Justiça)
Me desculpem, mas que coxa!

Na maior parte do tempo, não é um personagem totalmente esperto, mas é o perfil de qualquer herói do estilo "sou corajoso de qualquer jeito", mas tem o seu charme, não é mesmo? O seu entusiasmo, a coxa... é um verdadeiro herói. Afinal de contas, Superman tem vitalidade, garante a segurança e a esperança de uma cidade, tudo o que é necessário para ser amado por todos.  

Interpretado por Henry Cavill, Superman é o grande protagonista enquanto Batman é o coadjuvante. O personagem passa pela sua jornada do herói para proteger não a si, mas a cidade e sua amada Louis Lane, Amy Adams, no qual se torna uma personagem cada vez menos interessante e mais frágil.

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(Reprodução/Facebook: Batman vs Superman: A Origem da Justiça)
4.      Batman

Falando a verdade? Escreveram um Batman (Ben Affleck) muito mais ousado, porém ainda com a dor inevitável da perda dos pais. Ok, é essa dor que caracteriza o personagem, mas não o acho totalmente forte, o acho fácil de ser manipulado. O que facilita, e sem spoilers, o enredo da trama.

Acho que na narrativa de Batman, o que chama muito mais atenção para os filmes, desenhos e o quadrinho são os vilões que ameaçam a mentalidade do morcego. 

Neste filme, Bruce Wayne se transforma e se reconhece como um bandido, que marca quem passa a sua frente a fim de conquistar a justiça, mesmo que ela não seja conquistada da forma mais gentil.

5.      Mulher Maravilha

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(Reprodução/Facebook: Batman vs Superman: A Origem da Justiça)
Rouba a cena! Até parece um pouco injusto com Wayne e Kent, mas a atriz Gal Gadot consegue trazer a vida uma personagem forte, elegante e destemida para um cenário de caos e suspense.

Mais do que isso, Mulher Maravilha é a grande chave para trazer novidades para os fãs da DC Comics. A sua aparição é muito justa e aumenta a curiosidade pela sua própria trama, que tem estreia prevista para o dia 23 de junho de 2017.

E, quem disse que só homens podem ser heróis? Colocar ela no meio disso tudo, destaca o empoderamento da mulher, enriquece ainda mais a personagem e chama muita mais atenção para meninas se interessarem por narrativas que, inicialmente, tinha como público alvo os garotos. YEAH!

Batman X Superman é um filme satisfatório, com um enredo que consegue preencher o seu tempo sem nenhum desgaste. O envolvimento e o diálogo dos personagens são intrigantes e desperta, totalmente, a curiosidade pelas próximas produções que apresentarão os meta-humanos da Liga da Justiça.

Minha humilde opinião! :)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

3 bandas que não dá para deixar de ouvir

Uma das coisas que mais amo na vida é música. Conhecer bandas novas, músicas novas e até clipes, coisa que só vejo por último sobre uma banda. Mas, curtir um estilo é sensacional e me faz querer viver dançando por aí.

O que chama muita a minha atenção em uma música é o ritmo, sou pouca fã de tempos fracos e lentos. Gosto da agitação, e gosto do que faz todo meu corpo pulsar. Mas, música não é só ritmo, é um conjunto todo. É uma harmonia.

Voz sempre me chama a atenção, e das bandas que vou sugerir possuem vocais que te prendem, e te levam para a pista, com certeza!

Years and Years

A banda inglesa, de Londres, tem um estilo indie pop e eletrônica e está na estrada desde 2010, formada pelo Olly Alexander, Mikey Goldsworthy e Emre Türkmen.

De verdade? Apesar de ser mais voltada para o eletrônico, a banda é relaxante e divertida. Você pode se sentir, extremamente, bem só de ouvir as batidas de cada música. 

As letras são um encantamento a parte, pois falam de relacionamentos e esperança. O primeiro single da banda foi I wish i Knew, confira abaixo!


Depois, veio o sucesso de Desire, que toca praticamente em todas as baladas e a minha favorita Take Shelter.

Conheci a banda por meio de um amigo em um dia que estava bem tedioso no trabalho, os caras conseguiram me deixar de bom humor até o fim da semana. Recomendo para os dias mais desanimadores, porque eles funcionam bem.

Inclusive, foram indicados no Brit Awards 2016 para:a música King foi indicada para vídeo do ano e single britânico, além disso estão concorrendo nas categorias de: artista revelação e grupo britânico.

ALT – J

Também da Inglaterra, mas de Leeds, foi formada em 2010 por: Joe Newman, Thom Green, Gus Unger-Hamilton e Gwil Sainsbury, porém o último saiu da banda no ano de 2014.

Alt-J é uma banda super alternativa na minha opinião, até os clipes são diferentes e com um conceito todo puro e com mensagens para a humanidade. Entre os maiores sucessos estão: Breezeblocks e Matilda.

Porém, uma das minhas favoritas é Taro, é de um sentimentalismo extraordinário.



A banda esteve no Lolla de 2015, no qual eu conheci ao assistir ao show deles, quando esperava por Foster The People. Eles arrancaram as minhas emoções e viciei na sequência da banda, não parei de ouvir desde então.

Fitz and The Tantrums

Fitz também conheci no Lolla e me surpreendi. A banda de Los Angeles chegou com tudo ano passado, mas já tem uma trajetória longa, desde 2008. A banda tem dois vocais maravilhosos, o Michael Fitzpatrick e o destaque vai, é claro, para a Noelle Scaggs, que tem um super carisma.

Muito provavelmente vocês devem se lembrar da banda por culpa do comercial Chevrolet Onix, pois é! A banda que toca é a Fitz com a música The Walker.

Mas, eles possuem inúmeras músicas que caem no gosto do público, e sem contar que as batidas não deixam o seu pé parado. É uma energia a cada compasso.

Get Away te envolve até o último segundo:



O som dessas bandas, por serem intituladas indie pop, são bem diferentes. Parece até que cada um tem uma vertente diferente dentro do indie pop, algumas músicas são muito mais intensas e outras, simplesmente, te faz relaxar.

Agora, é só esperar para ver quando eles veem ao Brasil e quando divulgaram novidades!


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Experiência é a palavra chave da Campus Party 2016

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(Foto: Reprodução/Facebook)


A 9º edição da Campus Party começou hoje e vai até o dia 31 de janeiro no pavilhão do Anhembi, na cidade de São Paulo. O evento é marcado por tratar a tecnologia não só como uma brincadeira, estar ali é coisa séria. É falar sobre inovação, empreendedorismo, entretenimento digital e criatividade, inclusive são as zonas divididas do evento.

E, não poderia ser diferente, já que o evento trata da ciência que mais cresce no mundo e no qual muitas pessoas não sabem o que fariam sem ela. A proposta do evento é discutir exatamente isso, as tendências desse mercado e como será ampliado.É explorar um mundo que ainda não foi, totalmente, descoberto.

O encontro dos campuseiros é um espaço para diferentes atividades, como debates, jogos, palestras e entre outras atividades. Neste ano, não foi diferente, os ingressos se esgotaram e foram vendidas 8 mil entradas.

Mas, ser um campuseiro é para poucos. Estar na Campus Party é uma experiência de barraca, de sono perdido – no caso da maioria, não é um problema. Ainda, é conhecer pessoas novas, e se aventurar em um mundo onde debater é sempre válido.

Palestras

Entre os palestrantes do evento estará a Marie Cosnard, do aplicativo de relacionamento Happn, Moon Ribas, da Cyborg Foundation, Daniel Matros, produtor do game Battlefield, Michel Smit, CEO da Energy Floors e entre outros.

Então, o evento é muito amplo e é possível falar de robótica e vídeo no mesmo lugar. Entre as palestras que acontecem os temas são dos mais variados, como por exemplo um painel sobre o Snapchat ou mesmo sobre e-Sports.

De verdade? Quem está tendo a chance de estar lá, só pode ter a certeza que vai viver uma super experiência.

Quer saber mais? Entra no site da Campus Party e segue eles no Twitter, porque a equipe deles está deixando, qualquer um, ficar pertinho dessa experiência! *-*




segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Regra número 3: divirta-se

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Durante muito tempo as pessoas se perguntam o que estão fazendo de errado ou como devem fazer alguma coisa e como devem agir, às vezes se perguntam o motivo de estarem no mesmo lugar, afinal os anos passam e tudo está igual.

O problema é que levamos a maior parte do tempo e da vida a sério. Dar-se um tempo para pensar e se sentir bem, não é desperdiçar. Abrir o sorriso, às vezes, não tem nada de errado, aliás só vai acrescentar.

Passar o tempo sem se estressar, mesmo no meio de uma crise econômica ou de relacionamento, é fácil. A verdade é que não devemos nos culpar, não devemos nos cobrar, não devemos pensar 24 horas no que é certo e no que é errado.


A gente tem que se permitir mais, temos que nos aventurar pelo mundo. Ver gente nova, ver o mundo passar e desfilar pelos nossos olhos. Não devemos dificultar.

Tomar um sorvete sem pensar nas calorias. Comer um cupcake e pensar apenas que é bom. Ir até um parque de diversão e não ter medo de ir na montanha russa, afinal a vida é uma.

Devemos abrir os sorrisos, fazer com que nossos olhos brilhem e que o coração se aqueça com o que queremos. Nos sentir bem é uma aventura diária que deve ser sentida carinhosamente.

Nos cobrar sem nos divertir, isso não é viver.

Viver é olhar cada detalhe como se fosse o último. Aproveitar a vida é se amar.
E, como a gente faz tudo isso?

Do melhor jeito que você se sentir melhor.

Ir a festas, dançar a noite toda, estar com amigos e trocar segredos com eles é uma ótima maneira de se divertir. Ir ao cinema, pensar em coisas novas e viajar são coisas que podem estar na lista.

Não se prender a ninguém é outro jeito de se sentir bem. Faça o que você quer, e não o que os outros esperam de você. É a sua vida, você tem suas escolhas e deve ter as suas ideias como prioridade e não, nunca se esqueça, isto não é ser egoísta.

As pessoas têm essa mania. Acham que fazer o que querem e do jeito delas é sinônimo de egoísmo. Mas, é, apenas, respeitar você como ser humano. A única regra de se divertir é fazer o bem para você.


A vida não é um faz de conta, a vida é uma diversão.